Crítica Venom: expectativa x realidade

Venom, simbionte com poderes incríveis, carniceiro, parasita que tomou o corpo do jornalista Eddie Brock, que odeia o Homem-Aranha e é um de seus principais antagonistas. O filme muito aguardado desde 1997, gerou muita expectativa, mas não entregou o que os fãs esperavam.
Tom Harky Venom
Tom Hardy até cumpre bem seu papel, fez uma atuação interessante na briga entre fazer a coisa certa e se render aos poderes de Venom. Mas a história tem furos de roteiro, como o simbionte ficar 6 meses em uma pessoa só, sendo que geralmente troca de hospedeiro em pouco tempo. 

Várias piadas tentando dar um ar mais leve ao anti-herói, acabam forçadamente quase o transformando em um herói, perdendo a essência do personagem. Muito tempo também foi dedicado ao relacionamento amoroso de Eddie com Anne Weying (Michelle Williams), praticamente virando uma comédia romântica em alguns momentos  No final das contas, Venom acaba virando mais do mesmo. Todo o lado sombrio e predador que os fãs estavam esperando mal aparece. 

Os efeitos são bons, as brigas entre Eddie e Venom pelo controle do corpo salvam algumas partes do filme. Mas no geral não atendeu nem um pouco as muitas expectativas dos fãs. Quem sabe um próximo filme junto com o Homem-Aranha tenha um resultado mais interessante.

Ficha técnica:

Gênero: Ação, Ficção científica
Direção: Ruben Fleischer
Duração: 112 min
Elenco: Tom Hardy, Michelle Williams, Jenny Slate, Riz Ahmed, Michelle Lee
Produção: Avi Arad, Matthew Tolmach
Distribuição: Sony Pictures





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