Crítica - O Predador - Uma versão "família" de uma franquia obscura

Shane Black, diretor de O Predador e outros filmes bem conhecidos, como Máquina Mortífera e Homem de Ferro 3, trás um Predador, digamos, mais light.

O Predador 2018
Começando por o grande salvador da pátria ser uma criança, muito bem interpretado por Jacob Tremblay e terminando pelo clássico clichê do herói americano que passa por muita coisa e sai ileso, Boyd Holbrook

O filme tem várias pitadas de humor, tantas que quase acaba virando uma comédia. A principal delas é o time escalado para a salvação do mundo é uma equipe bem improvável, formada por veteranos de guerra interpretados por Thomas JaneKeegan-Michael KeyTrevante RhodesAlfie Allen, Augusto Aguilera. Se junta a eles Olivia Munn, no papel da cientista que dá um tom mais técnico em alguns diálogos e se encarrega de mostrar um pouco do cotidiano feminino em meio a um ambiente tradicionalmente masculino.
O Predador 2018
Além do próprio Predador, Sterling K. Brown da vida ao vilão do filme, no melhor modo "faço tudo pelo meu país".

O filme é uma boa opção de entretenimento, tem alguns diálogos interessantes, trás as marcas registradas do Predador, como a mira a laser em forma de triângulo, algumas cenas bem sanguinolentas, mas falta aquela obscuridade a que estamos acostumados.

É um filme pra assistir com a família, sem muitas expectativas, sem esperar o clássico de 1987 de volta.

Ficha Técnica
Título: O Predador
Ano: 2018
Lançamento: 13 de setembro de 2018 (Brasil)
Direção: Shane Black
Duração: 1h58min
Distribuição: 20th Century Fox

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